O desemprego caiu para11% no trimestre encerrado em dezembro passado, atingindo 11,6 milhões de pessoas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 11,6%. No trimestre até novembro deste ano, a taxa foi de 11,2%.

Na média anual, a taxa de desemprego foi de 11,9% em 2019, taxa igual à mediana calculada a partir das projeções dos analistas do mercado financeiro. As estimativas iam de 11,9% a 12,0%.

Salário

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.340 no trimestre encerrado em dezembro. O resultado representa alta de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 216,262 bilhões no trimestre até dezembro, alta de 2,5% ante igual período do ano anterior.

Carteira assinada

O número de empregados sem carteira assinada (11,9 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e subiu 3,2% (mais 367 mil pessoas) contra o mesmo trimestre de 2018. A média anual (11,6 milhões) subiu 4,0% (mais 446 mil pessoas) em relação a 2018.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (24,6 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre julho-setembro e cresceu 3,3% (mais 782 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2018. A média anual chegou a 24,2 milhões e cresceu 4,1% (mais 958 mil pessoas) em relação a 2018.

Pessoas desalentadas

O contingente de pessoas desalentadas foi estimado em 4,6 milhões no trimestre de outubro a dezembro de 2019. Houve estabilidade em ambas as comparações. Na média anual, esse contingente chegou a 4,8 milhões e cresceu 1,4% em relação a 2018.

A população desalentada é definida como aquela que está fora do mercado de trabalho por falta de experiência, idade, jovem ou idosa, ou não encontra ocupação na localidade onde mora.

Taxa média de desemprego em 2019

A taxa média de desemprego no país caiu para 11,9% em 2019. A taxa é inferior à registrada em 2018, que havia fechado o ano em 12,3%.( Com informações do site do IBGE)

Estado de Minas

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