As aglomerações em filas de agências bancárias preocupam autoridades em Itabira. Hoje (14), representantes da Prefeitura, Câmara de Vereadores, Ministério Público (MP), Polícia Militar (PM) e bancos trataram do assunto em reunião no Paço Municipal. Governo e MP pediram às instituições que reforcem medidas de segurança no acesso e interior das agências.

O MP, representado pela promotora de Justiça Silvia Letícia Amaral, indicou que, se as medidas de controle do público não forem eficazes, ações extremas serão necessárias em uma próxima fase, como o fechamento das agências locais.

A unidade da Caixa Econômica Federal, por exemplo, apresenta maior concentração de filas, segundo informou sua gerência, em função do auxílio financeiro anunciado pela União.

Os representantes citaram que adotam condutas recomendadas pelas matrizes, como disponibilizar um funcionário na parte externa para organização das filas, esclarecendo dúvidas e orientando à população que retorne em outras datas para casos que não sejam urgentes ou utilize os canais on-line.

O reforço de outras providências foi enfatizado no encontro: horário especial para atendimento de grupos de risco, agendamento prévio sempre que possível, priorizar atendimentos essenciais, frisar a sinalização da distância mínima de 1,5m de uma pessoa para outra e uso de máscaras.

O Executivo Municipal somará ainda novas estratégicas com som volante na região dos bancos, de forma a orientar o público-alvo a acessar canais digitais, preferirem o uso de cartões magnéticos e evitarem sair de casa.

Itabira contabiliza 297 suspeitos do novo coronavírus, 28 descartados para a doença e dois resultados positivos de covid-19 (um dos casos morreu em 6 de abril), de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira pela Secretaria Municipal de Saúde.

Conforme o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Robson Souza, a Fiscalização de Posturas intensificará a ronda diária em estabelecimentos para coibir a proliferação do vírus. A PM, por sua vez, confere suporte à fiscalização dos estabelecimentos, dentro de sua programação de segurança pública.

“Todos os bancos já haviam sido notificados anteriormente, e, agora, chamamos seus representantes para um alinhamento conjunto de ações mais enérgicas para a segurança da população. Trata-se de um serviço essencial e medidas rígidas são necessárias para que os serviços continuem em funcionamento”, disse.

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