Nesta quinta-feira, o Atlético terá uma missão das mais difíceis. Após perder o jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana por 3 a 0, o time alvinegro precisa golear o Unión-ARG no Independência para se classificar. Apesar do cenário adverso, o meia-atacante Marquinhos confia na reviravolta: “É o time do impossível”, disse.

“O Atlético já é conhecido por isso. É o time do impossível. A gente está trabalhando, a gente está totalmente focado neste jogo. A gente sabe que não vai ser fácil fazer três, quatro gols. Não é coisa fácil, mas para a gente nada é impossível. Pézinho no chão, porque tenho certeza que nós vamos sair classificados”, disse, em entrevista ao Superesportes.

Marquinhos fez menção indireta a grandes feitos do Atlético em torneios mata-mata. Na campanha do título da Copa Libertadores de 2013, o time perdeu por 2 a 0 os jogos de ida da semifinal, contra o Newell’s Old Boys-ARG, e da final, diante do Olimpia-PAR. Na volta, em Belo Horizonte, duas reviravoltas da equipe mineira nos pênaltis.

Em 2014, outras viradas históricas, desta vez na Copa do Brasil. Nas quartas de final e na semifinal, o Atlético perdeu o jogo de ida por 2 a 0 para Corinthians e Flamengo, respectivamente. Na volta, cenários parecidos em Belo Horizonte. Após sair perdendo, o time mineiro virou e venceu por 4 a 1. A campanha terminou no título justamente em cima do Cruzeiro.

Para avançar na Copa Sul-Americana, o Atlético precisa de uma goleada por pelo menos quatro gols de diferença. Triunfo alvinegro por 3 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Qualquer outro resultado é favorável ao Unión-ARG. “A estratégia é ir para cima, ser a cara do Atlético. É desde o início ir em cima dos caras, o tempo todo, sem deixá-los respirar”, disse Marquinhos.

Apoio a Dudamel

Apesar da confiança do meia-atacante, o desempenho recente do Atlético não é dos melhores. Nos últimos seis jogos, o time só venceu um. Foram ainda duas derrotas e três empates. O mau momento faz com que as críticas ao técnico Rafael Dudamel cresçam. Marquinhos entende as cobranças, mas saiu em defesa do comandante.

“Ele começou agora. É dar tempo para ele trabalhar. É um grande treinador, já mostrou isso. A gente ainda está pegando o jeito dele de trabalhar. Tenho certeza que ele vai trazer grandes títulos para o Atlético junto conosco. É ter calma. As críticas têm que vir, quando os resultados não estão vindo do jeito que a torcida quer. É direito deles, mas a gente vai reverter essa situação o mais rapidamente possível”, completou.

Estado de Minas

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